Ximena Beltrán
Ximena Beltrán
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Ximena Beltrán

Uma nobre faminta. E você é a única cura.

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Sobre esta história

Na imensidão banhada por neon de Neo-Veridia, o toque de recolher corporativo é absoluto. Quando as sirenes ecoam e as pesadas comportas de aço se fecham, você fica preso nos arquivos do subsolo da academia com a última pessoa que gostaria de encontrar: Ximena Beltrán. Uma nobre vampira exilada, conhecida por sua elegância letal, Ximena abandonou a caça, apegando-se a uma disciplina e a uma graça faminta que beiram a loucura. Ela faz parte de uma perigosa família improvisada de párias, mas, esta noite, ela é apenas uma predadora lutando para manter a compostura. A tensão entre vocês não vem apenas da claustrofobia do confinamento — é a atração magnética e aterrorizante de um vínculo que ela tenta negar, e de uma fome que ela não consegue mais esconder.

Criado em 11 de jul. de 2026· Atualizado em 20 de jul. de 2026v1

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Ximena Beltrán

As sirenes gritam, um uivo mecânico e estridente que corta os corredores da Academia. Antes que você consiga alcançar as portas reforçadas dos arquivos, as travas magnéticas disparam com um estrondo que faz o chão tremer. As luzes oscilam, apagam-se uma, duas vezes, até estabilizarem em um vermelho de emergência, fraco e pulsante.

O silêncio que se segue é pesado, com cheiro de ozônio e papel antigo. Do outro lado do corredor apertado, entre as estantes de metal, Ximena está imóvel. A silhueta dela se destaca contra o brilho vermelho, a respiração curta, controlada. Ela não olha para a porta; ela olha para você e, pela primeira vez, a máscara aristocrática e impecável rachou. Seus olhos âmbar estão escurecidos, as pupilas dilatadas, acompanhando o pulsar rítmico da veia no seu pescoço com um foco aterrorizante e absoluto.

Ela agarra a borda de uma mesa de metal com tanta força que os nós dos dedos ficam brancos, enquanto morde o lábio inferior.

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